segunda-feira, 6 de junho de 2011

CURIOSIDADES


Curta e sábia!




Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas.


Ele disse:




- Há uma batalha entre dois lobos que vivem dentro de todos nós. Um é Mau - É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e egocentrismo.


O outro é Bom - É alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão. otimismo e fé.




O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:




- Qual lobo vence?




O velho índio respondeu:




- "Aquele que você alimenta!"




"Deus não prometeu Dias sem Dor; Risos sem Sofrimentos; Sol sem Chuva. Ele prometeu Força para o Dia; Conforto para as Lágrimas e Luz para o Caminho..." Danielle Mitterand
O QUE DIZER DAS SAUDADES...
Jansen Leiros


É porque existem sementeiras de ternuras,
plantadas em nós. Pedacinhos de coisas boas,
que talvez não tenham ficado muito tempo, mas
o suficiente para deixar um rastro, uma sombra,
uma marca, um perfume.”


O que dizer das saudades, apertando o coração?
É sentir falta de amor, de carinho e de uma mão!
É sentir falta de alguém, ombro a ombro, lado a lado,
É sentir uma distância, de quem é no peito, amado!

É ausência de ternura, de carícias, dos afagos,
É senti-los como sombras, que ficaram no passado.
É ter sim, a consciência de que algo se afastou,
Envolvendo em nostalgia o “feelling” que se esgotou.

Mas, quando ela acontece, nós podemos superar,
Trazendo toda lembrança que nos pode apascentar
Na forma de um passarinho com seu belo gorjear

Nas cores da LUZ divina, do prisma a inebriar
Envolvendo o violeta, transmutante a elevar,
A tocha do AMOR divino, no pálio do AVATAR

* - Por envolvimento e inspiração de Vespasiano

sexta-feira, 3 de junho de 2011

SOMOS DO TEMPO EM QUE...
Por Francisco de Assis Barros

Somos do tempo em que papel higiênico era quadrado (papel Tico-Tico?). Lembram-se quando o papel higiênico era quadrado? Não confundam com o “papel higiênico tipo-jornal”. Falo daquele comprado em mercearias – também não tínhamos supermercados -, que vinha imprensado entrem dois papelões, lembrando, atualmente, um pacote de guardanapos. Aquele pacote de papel higiênico já vinha com um arame para dependurar na parede.
Somos do tempo em que a revista O Cruzeiro era a preferida. Naquele tempo não existia a variedade de revistas informativas que temos hoje. Mas tínhamos, além de A Cigarra e Realidade, a revista O Cruzeiro, com suas seções: artigos de David Nasser, o Pif-Paf, com textos de Emanuel Vão Gôgo (pseudônimo de Millôr Fernandes), Carlos Estevão, O Amigo da Onça e, na última página, sempre um maravilhoso artigo de Raquel de Queiroz. Ininterruptamente, a revista O Cruzeiro foi editada de 1943 a 1975.
Somos do tempo em que se vendia rolete de cana-de-açúcar (caiana) e amendoim torrado, na porta do cinema. E tem mais, nós podíamos entrar com aqueles produtos e, lá dentro, ficar jogando o bagaço na cabeça dos outros. Lembram-se como eram acondicionados os roletes de cana? Uma taboca aberta e os rolinhos espetados ali.
Somos do tempo em que brincar os carnavais com confetes e serpentinas era normal, e, o que era melhor, tomando muito porre de lança- perfume Rodouro. Tínhamos também o lança-perfume Colombina, mas este não tinha um bom odor. Quem não ia aos bailes com um lencinho no bolso? Quem esquecia o lenço tomava seus porres na manga da camisa mesmo. Qual a marca do lenço? Presidente.
Somos do tempo em que táxi se chamava “carro de praça” e taxista era “motorista de praça”. E os carros de praça eram: Sinca Chambord, Studebaker Street, Buick Roadmaster, Mercoury,DeSoto, Hillmann, Nash, Packard, Dodge, Lincoln, Plimouth Belvedere, Ford Vitória, Aero Willys e até Rural de Willys.
Somos do tempo em que se escrevia de caneta tinteiro, atropelada pela caneta esferográfica. Íamos para o colégio com a nossa caneta tinteiro, que, às vezes, derramava a tinta no bolso e ficava aquela mancha difícil de tirar (posteriormente criaram a Parker Quink, lavável). Portávamos também o tinteiro, para o> caso dela secar e não passarmos vexames. As marcas eram Sheaffer, Compactor (muito popular entre nós), Pilot e a sofisticada Parker 51, depois a 61, mais moderna.
Somos do tempo em que as motos, tipo Scooter, eram apenas duas: Lambreta e Vespa. Ambas de origem italiana tinham seus pneus muito pequenos, o que gerou muitas quedas. Como não havia a obrigatoriedade de usar capacetes, aqueles tombos trouxeram péssimas conseqüências para alguns. A Vespa, para complicar, ainda tinha o motor do lado, o que obrigava o condutor a empenar o corpo para compensar. Atualmente as Scooters estão de volta, mas se observa que agora seus pneus são bem maiores.
Somos do tempo em que andávamos de bonde, marinete e auto-lotação. Natal tinha duas linhas de bondes:> Ribeira/Alecrim e Alecrim/Lagoa Seca. Era um transporte barato e lento, mas muito prazeiroso. A linha Alecrim – Lagoa Seca era muito perigosa para quem andava em pé do lado de fora (era um charme!); como os bondes passavam muito próximos dos postes, muitos marmanjos quebraram as cabeças ali. Porém, o mais gostoso mesmo era saltar do bonde com ele andando.
Somos do tempo em que dávamos corda em relógio de pulso. Nossos relógios ainda não eram automáticos, eram mecânicos e ainda tinham “cabelo”, então, ou se dava corda, sistematicamente, ou eles paravam de funcionar. Os relógios de> categoria teriam que ser made in Suisse, todos com corda manual: Tissot, Omega, Mido, Eternamatic, Seiko. Posteriormente, os mesmos fabricantes suíços criaram o relógio automático, como dizia a publicidade da época: “... com o movimento regular e preciso da âncora de rubis que move todo o relógio de qualidade”.
Somos do tempo em que menino tomava purgante. Tomamos muitos purgantes. Entrávamos de férias e as nossas respectivas mães nos impingiam aqueles terríveis purgativos: batata-de-purga, maná-com-sena, óleo-de-ricino e, os farmacêuticos: Neocitram, Limonada Purgativa, Salamargo e Licor de Cacau Vermífugo Xavier. Eca! Já recuperados de tantas caganeiras, era o momento delas (as mães) nos obrigarem a tomar Iofoscal (para a memória da criança) e Emulsão de Scott (a base de óleo de fígado de bacalhau). Eca, de novo! Quando tossíamos? Phimatosan. Ainda tomamos: Licor de Cacau Xavier, Cibalena, Pílulas de Vida do Doutor Ross, Cafiaspirina, Bromil, Capivarol e Biotônico Fontoura.
Somos do tempo em que as nossas mães, irmãs e, até, namoradas começaram a usar o laquê em spray da Helena Curtis, desobrigando-as de usar pente ou escova durante as festas. Vimos também essas mulheres usarem os seus primeiros cílios postiços e as roupas íntimas da DeMillus, aposentando definitivamente as calcinhas (elásticos ou botões), de tecido (morim ou cambraia de algodão), anáguas, combinações, cintas e sutiãs com enchimento. Usavam também: vestido tubinho, vestido de organdi com a cola de tafetá, calças da Lewis, blusa banlon e saia plissada. Para o embelezamento: Pó de arroz da Cachemere Bouquet, da Coty ou Royal Briar, Rouge, Creme Rugol, Antissardina, Pomada Minâncora e Creme Ponds.
Somos do tempo em que a inflação gerava “carestia”. Ouvimos muito nossas mães falarem na grande carestia e nunca vimos ninguém em pânico com medo de perder o emprego ou o seu patrimônio. Gosto muito de dizer que a “carestia” que os nossos pais enfrentaram era mais branda do que “a inflação” que enfrentamos nos dias atuais.
Somos do tempo em que o nosso banheiro ficava lá no final do quintal da casa, conseqüência: tínhamos que, invariavelmente, utilizar o indefectível urinol. Naquele tempo chamávamos o Demônio de Cão.
Somos do tempo em que a rapaziada só transava com prostituta ou empregada doméstica e usava brilhantina no cabelo: Glostora, Royal Briar, Promesa e Gumex; sapatos Clark, Paso Doble ou Vulcabrás e meia Lupo ou Lobo; após a barba sempre Áqua Velva. Se chovia, usávamos capas e galochas. Naquele tempo os padres rezavam a missa, em latim e de costa para os fiéis, com a mulherada de xale na cabeça.
Somos do tempo em que dançávamos ao som do Trio Los Panchos, Benvenido Granda, Lucho Gatica, Gregório Barros, Orquestras de Waldir Calmon (Feitos Para Dançar nº 1, 2, 3...) e de Perez Prado. O Long Play? Continental, RCA, Rosenblit ou Mocambo. Acompanhamos o nascimento e a morte do Twist. Dormíamos numa cama patente Faixa Azul, o colchão era Probel e os lençóis eram da Santista. Tomávamos Toddy, Ovomaltine e Vic Maltema e combatíamos os insetos com Detefon e chatos com Neocid.
Somos do tempo em que pingávamos no olho Colírio Moura Brasil e Lavolho; tomávamos refrigerantes Crush, Clipper, Grapete (ainda existe) e Guaraná Caçula. Má digestão e azia> eram curadas com Sal de Frutas Eno; nossas bicicletas eram Monark ou Bianchi; colávamos nossas figurinhas com água e farinha de trigo – o famoso grude – ou com Goma Arábica; chupávamos Drops Dulcora, nosso chocolate era Diamante Negro e fumávamos cigarrinhos de chocolate da Garoto.
Somos do tempo em que nossas mães limpavam os móveis com Óleo de Peroba ou Lustrol e lustravam o chão com Cera Parquetina; o sabão em pó era Rinso ou Lux; as suas máquinas de costuras eram: Vigorelli, Singer, Elgin e Leonam (Manoel ao contrário); abanavam o fogo à lenha com a tampa da panela, enquanto usavam a Gordura de Côco Brasil; usavam ovo de madeira para coser meias com Linha Corrente; usavam areia de rio para limpar as panelas (daí o verbo: arear) e anil para clarear as roupas lavadas.
Somos do tempo em que todas as geladeiras eram brancas (lembram-se da Kelvinator?) e todos os telefones eram pretos; todo menino tinha um terninho de marinheiro e tirava fotos com ele (ridículo!); jogavam futebol com bola de capotão (devidamente besuntada com sebo); havia half e center-half, todos de suporte anatômico Big, que chamávamos de sunga (aquela do Gorila), tornozeleiras e os goleiros usava joelheiras.
Finalmente, somos do tempo em que, no futebol, Pelé e Coutinho faziam uma famosa tabelinha. Porém, aí, já seria uma outra história.

Meu Deus! Como o tempo passa rápido!

De Correspondência

Caro Amigo Jansen,

Obrigado pela honra que me fez de colocar-me ao lado de tão letrados amigos, a começar por você mesmo. Como já lhe disse anteriormente, não sou literato, não sou filósofo, sou apenas um ex-professor que tem a felicidade de ser cooptado por um grupo de intelectuais potiguares do mais alto nível.

Perdoe-me se estou ausente estes ultimos dias, ocupado em resolver pequenos assuntos de família. Agora mesmo, estou partindo para João Pessoa, visitar um amigo que se acidentou. Assim que voltar reassumirei as minhas atividades. Aliás, devo uma palavra a você e ao Ciro pelos belíssimos textos que nos ofertaram. Até breve,

Edson

quinta-feira, 2 de junho de 2011

POEMA DE UM ALUNO APAE
:
Edo de Natal, 26.05.2011
O Poeta, possivelmente, é o mais capaz de manifestar as angústias e a dor pungente dos desvalidos deste nosso mundo. Eu li Castro Alves em minha juventude e fiquei profundamente marcado por alguns de seus versos. É verdade que o romantismo se presta às maravilhas para comover um jovem cada vez mais sensível às misérias da vida, mesmo que sejam as misérias dos outros.
Castro Alves cede sua voz para que se possa ouvir o grito impotente e desabusado dos africanos, que acabam de perder a sua liberdade e começam a se coisificar como escravos, juridicamente semoventes, entre homens e animais, sem personalidade reconhecida, sem identidade, a não ser a que lhes é atribuída pelos senhores. Estes africanos sabem que os céus desabaram sobre suas cabeças, mas não têm ainda plena consciência do futuro que os espera. O seu desespero e a sua angústia poderia muito bem se manifestar através das palavras do Poeta :
Deus! ó Deus! onde estás que não respondes? Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes Embuçado nos céus? Há dois mil anos te mandei meu grito, Que embalde desde então corre o infinito... Onde estás, Senhor Deus?(Vozes da África)
Senhor Deus dos desgraçados! Dizei-me vós, Senhor Deus, Se eu deliro... ou se é verdade Tanto horror perante os céus? (Navio Negreiro)
Mas, quando o próprio desvalido torna-se Poeta ou Artista, quando ele se torna capaz de exprimir, com versos ou com cores, a sua condição de excluído, o resultado sempre é extraordinário. No Hôpital de la Santé, em Paris, doentes com graves problemas psiquiátricos foram incentivados a manifestar-se com tintas e pincéis. O resultado está lá, exposto nas paredes do hospital, pinturas que manifestam violência ou confusão mental, ou apenas cores que preenchem magnificamente o espaço que lhes foi reservado. Simplesmente, obras de arte !
O Poema deste aluno da APAE nos envergonha e nos encanta.
Nos envergonha, por termos um dia, mesmo que tenha sido por um momento, sentido qualquer tipo de superioridade por este ser sensível a quem chamamos de 'excepcional'. Nos envergonha, por vivermos em uma sociedade onde ainda há tantos indivíduos que se consideram superiores aos demais : simplesmente por terem a pele mais clara, ou por terem mais dinheiro, ou por morarem há mais tempo num certo espaço que acreditam ameaçado, ou mais simplesmente ainda por serem uns medíocres que tentam se valorizar diminuindo virtualmente os outros.
Mas, o Poema também nos encanta. Primeiramente e acima de tudo, por nos permitir entrarmos no jardim secreto de seu autor e descobrirmos que atrás daquele ser frágil e simples reside um ser sensível e humano, extraordinariamente humano. Nos encanta, por compreendermos que o desconhecimento do outro é o maior vetor dos preconceitos de superioridade que afetam nossa sociedade. Nos encanta, enfim, por ser singelo e franco, por manifestar suas ideias e seus sentimentos da maneira mais simples e eficaz : através da Poesia.
Fiquemos por aqui. Vamos ler e reler juntos o Poema do aluno da APAE.
Edo de Natal, 26.05.2011
PEIXES MULTIPLICADOS
Jansen Leiros

De longe, via-se a luminosidade, envolvendo nuvens. Era Natal lá pras bandas do nascente, rodeada de dunas. Eu sonhava com ela. Ansiava navegar o Jundiaí, passar por Guarapes e descortinar a velha e austera ponte de Igapó. Ver o Potengi, tranqüilo e gigante na visão de menino – tímido e espantado a segurar a mão de meu pai, meu ídolo.
A lancha se arrastava lenta e, às margens, viam-se os sobrados, ganhando dimensões nos meus olhos, simultaneamente assustados e curiosos. Para mim, Natal era um sonho. Sonhava biscoitos, roletes de cana e bondes barulhentos que me fascinavam. Menino do interior, vir a Natal era um prêmio valioso.
Lembranças minhas. Hoje, sou natalense: por hábito, adoção, livre escolha, sei lá. Namorei com ela – faceira, brejeira. Tive uma rusga e fui embora. Voltei treze anos depois. Encontrei-a mais linda. Dei-me por inteiro.
Amo-a. Vejo-a heroína, sofrida, vilipendiada por alguns, mas resistindo às agressões. Amo-a mais ainda, hoje. E lembro suas tradições sonhando peças de museu, bichadas no tempo. Muitas feneceram. Poucas continuam firmes. Mas ela reage, gerando forças, não sei onde. Talvez, quem sabe, do próprio fatalismo de Sr menina-moça, de sorrir para o sol que nasce, subindo dunas ou desabrochando poesias, na saudosa pena de Myriam Coeli. Romanceada nos versos de Nei Leandro, fica envaidecida. Cresce nos “Quadrantes” de Sanderson Negreiros.
Expande-se no colorido da arte de Dorian Gray e se harmoniza na diversidade, através dos ensaios de Itamar de Souza. Natal teimosa, que luta por preservar valores, por fixar memórias, apesar dos cavalos troianos que lhe são lançados pelos Ulisses da vida. Natal que não descansa nos merecidos louros do Mestre Cascudo, mas que se faz respeitada no trabalho sério do Prof. Américo de Oliveira. Natal que mostra suas habilidades de moça versátil, no dedilhar seguro de Marluze Romano, no talento de Oriano de Almeida ou na garra de Maria Eugênia Maranhão. Natal que se valoriza no denunciar do teatro de Racine Santos ou no lirismo das crônicas de Vicente serejo, Berilo Wanderley e Newton Navarro.
Natal que eclode a despeito de tudo.
Natal que deita raízes pelos tabuleiros a fora, dançando a ciranda do desenvolvimento, quase explosiva.
Natal espacial, deflorando espaços, rasgando véus de ionosferas. Natal que mergulha em oceanos, emergindo como lagostas, camarões, peixes multiplicados.
Natal mística e religiosa, agressiva e irreverente, acolhedora e afetiva. Natal presépio, folclore. Natal que amo: uma tela preciosa, emoldurada por minhas lembranças, cuidada com o carinho do momento. Natal, onde poetas e prosadores, irmanados, cantam-na em coro – madrigal de esperanças.

Nossa Cidade Natal

Crônicas

Publicado em Natal, RN, 1984.
Sávio amigo! Bom domingo! Há verdades que não possuem eco! São inóquas aos ouvidos da grande maioria dos espíritos encarnados neste momento. Tal circunstânbcia parece ter atingido toda a crosta terrestre neste momento histórico em que as "trevas" estão abertas para os últimos testes da hierarquia. Por que? Porque a compreensão desses contextos dependem de maturação, de amadurecimento, de harmonia interior, de respeito aos semelhantes, de uma porção de coisas que o nível médio dos espítidos encarnados e daqueles que comandam o umbral, não podem conceber de forma diferente. É a imaturidad!e! É a falta de preparo! É a condição elementar dos seres de modo geral.Cheguei à conclusão de que, se conseguirmos ampliar o desenvolvimento da prática dos exercícios da LUZ, envolvendo o próprio planeta em LUZ VIOLETA para transmutar o entendimento coletivo, talvez tenhamos, ao longo de certo tempo, certo êxito. Esse me parece ser o processo O preocupante é que, a ausência dessa metamorfose psíquica nas esferas vibratórias, contenpla o risco das hecatombes. Pense nisso. Um grande abraço, Jansen.