sexta-feira, 11 de junho de 2010

NOVO PERFIL DA GESTÃO EMPRESARIAL

É ontológico que qualquer construção, para ser bem sucedida, carece de que seus executores trabalhem com esmero seus alicerces. Faz-se necessário que o projeto seja cercado de cuidados e segurança; que seja bem planejado e respaldado nos resultados de pesquisas bem elaboradas. Essa é uma regra genérica que aplica-se a todas as atividades conhecidas.
Em matéria de Gestão essa regra é primordial. Não se pode fugir a ela, sob pena de perder-se na estrada. É a corrida para a obtenção do selo de “qualidade” na tarefa gestora.
Para elaborarmos um bom sistema de gestão, há de se construir, de forma sólida, colunas de sustentação, nas quais o projeto escolhido possa ser apoiado:
a) criar e alimentar um bom sistema de informações;
b) definir os objetivos da organização, fixando-lhe os valores, suas prevalências e suas metas; c) definir uma política de recursos humanos para estruturar a organização projetada.
Partindo-se dessas premissas, com base na trilogia apresentada, possivelmente se atingirá o objetivo de alcançar um bom desempenho na organização.
Historicamente, ao longo do tempo e numa visão ampliada, vê-se que ocorreram significativas mudanças no desempenho e nos perfis das empresas modernas, guardadas as especificidades de suas naturezas.
Os modelos administrativos ou gerenciais, utilizados nos séculos XIX e XX, na quase totalidade, tornaram-se obsoletos, improdutivos, onerosos e economicamente inviáveis porque não se adequaram às modernidades exigidas pelo desenvolvimento técnico.
De fato, diante dessa verdade, impunha-se uma substituição daqueles modelos antigos por outros valores, onde a racionalidade fosse o paradigma basilar.
Os novos gestores tomaram a consciência de que, para proceder-se a essa mutação, sem causar solução de continuidade, seria necessário iniciar-se essa mudança estrutural na área do conhecimento, pois ela seria o elemento propulsor dessa nova etapa.O mais perceptivos concluíram, que o correto seria realizar as novas tarefas e, simultaneamente, implementar as novas, dando um toque de mais velocidade e eficiência, objetivando estabelecer o equilíbrio da produção e a melhoria da competitividade. É esse, sem dúvidas, o caminho da gestão moderna, em busca dos resultados.

Jansen (dos) Leiros

terça-feira, 8 de junho de 2010

PREITO DE GRATIDÃO


Ao lançar mais um livro à apreciação dos leitores, ALELUIA DO HOMEM NOVO, através da Editora Caravela – Selo Cultural, de José Correia T Neto, senti-me homenageado e prestigiado pelos amigos de longas datas, como Pedro Simões Neto; amigo irmão, o polivalente Rogério Almeida; o professor Manoel Pereira, o jornalista Cassiano Arruda, Daniela Pacheco (minha sobrinha do coração); Roberto Guedes e Liszt Madruga. Amigos mais recentes como Marcos Sá; Pinto Júnior; Cefas Carvalho; Jota Oliveira; Casciano Vidal; Lúcia Helena; Tácito Costa e uma centena de conhecidos que atenderam ao convite para o evento, no Midway Mall, dia 27 de maio. A todos, meu agradecimento sincero e fraterno. Agradeço, também, às mensagens telefônicas e aos “e-mails” enviados. Por todos esses, sinto-me gratificado.

Jansen Leiros

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

UMA GESTÃO EM BUSCA DA EXCELÊNCIA


Não pretendo tornar-me recorrente, mas, no que se refere à nova gestão municipal, parece-me de bom alvitre trazer à opinião pública as pretensões da equipe formada pela Prefeita de Natal, a empresária Micarla de Souza, que, apesar das dificuldades conjunturais, segura sua batuta com maestria e tem demonstrado muita garra no enfretamento das dificuldades que este município tem demonstrado, nesses primeiros momentos da nova administração.
De repente, nos deparamos com um “slogan” todo dia é dia. Dia de FEIRA DO BAIRRO.
De fato, as feiras livres, desde minha infância, me chamavam a atenção, onde quer que elas estivessem acontecendo. A primeira que conheci, obviamente, foi a feira de Macaíba, que concentrava boa parte da produção regional. Não me dava conta de sua desorganização, pois que, para mim, não existiam parâmetros para comparar. Seu modelo me parecia natural, normal. Um evento semanal que compunha a vida da cidade.
Com o passar do tempo, passei a conhecer quase todos os feirantes e a muitos deles me afeiçoei, principalmente aqueles que eram clientes da loja de meu pai, na Rua Dr. Pedro Velho, n° 42, no centro da cidade de Macaíba.
Já adolescente, visitei outras cidades e foi no Rio de Janeiro que me deparei com uma feira livre, algo parecida com a de Macaíba, exatamente na Praça Serzedelo Correia, em Copacabana. Foi ai que me perguntei, qual a origem das feiras livres e por que eram tão parecidas entre si, apesar das distâncias que as separavam, no espaço e no tempo? Resolvi pesquisar. Como resposta, obtive a informação de que foram os excedentes de produção de coisas distintas que motivaram as primeiras feiras livres e que se firmaram a partir da Idade Média. Centenas de anos se passaram e as feiras livres ainda existem, apesar da modernização dos mercados. Ví feiras na Europa com as mesmas características das feiras existentes no Brasil. Na Holanda, na Alemanha, na França, na Bélgica. Ví uma feira livre, denominada Feira da Pulga, em toda a Europa, feiras essas que ocupam ruas inteiras, com quase dois quilômetros, como em Amsterdã.
Mas, entrar numa feira em qualquer parte do mundo, nos transmite a sensação de que estamos num lugar bastante conhecido, pois que guardam, todas elas, a mesma aparência de amontoado, de desorganização, de perigo etc. Porém, de certo tempo para cá, as feiras livres, têm mudado de aparência. Estão mais organizadas, mais disciplinadas, mais limpas, higienizadas e o Estado de São Paulo tem-nos dado esse exemplo. Faz pouco tempo, visitei uma Feira Livre em São Paulo, no bairro do Horto, Zona Norte, com a qual fiquei maravilhado, principalmente pela arrumação das mercadorias ofertadas, principalmente as frutas, muito bem acondicionadas em bandejas uniformes, feirantes uniformizados, enfim, um ambiente que nos brindava com uma sensação de bem-estar.
Quando me falaram sobre o projeto visando as mudanças nas feiras livres em Natal, tomei interesse em conhecer tais proposições e apesar de recentemente cirurgiado de uma catarata, fui assistir a uma exposição, feita no auditório da FECOMERCIO/RN, com a presença do Presidente da instituição, Sr. Marcelo Fernandes de Queiroz e da Prefeita de Natal, Empresária Micarla de Souza, cujo conteúdo nos empolgou como cidadão.
A justificativa foi bem embasada, principalmente no que diz respeito a itens que exigem mudanças e, sem dúvidas, a interferência do Poder Municipal, tais sejam: o atendimento, a higiene, a qualidade da mercadoria ofertada, a segurança, a acessibilidade. O enfoque sobre a necessidade de trabalhar a educação ambiental e, como conseqüência, a cultura de seus freqüentadores é outro ponto de muita importância para a cidade. Outro aspecto interessante que foi apontado, é o de viabilizar uma melhor condição de trabalho e a relação freguês x feirante.
Quanto às mudanças, o projeto registra alguns itens pontuais, a saber: elaboração de um projeto de lei, para legitimar a ação da municipalidade; criar, em cada feira, uma associação de feirantes; tratar da padronização das barracas; traçar e promover um estudo sobre segurança; manter uma representação da SEMSUR nas 22 (vinte e duas) feiras que se realizam nesta capital; estabelecer em cada uma delas, um horário de funcionamento; criar uma cartilha para os feirantes e orientadores; criar uma cooperativa para os feirantes; estabelecer um número menor de bancas, visando a adequação dos espaços na área utilizada; construir um pórtico para cada feira; proceder à setorização dos produtos; manter absoluta higiene; criar um cadastramento de fornecedores e promover a capacitação dos feirantes e do pessoal de apoio.
Quero, neste espaço, aplaudir a iniciativa da Prefeita Micarla de Souza e sua equipe, no que pertine ao projeto TODO DIA É DIA de FEIRA.
PARABÉNS MICARLA! PARABENS, MESMO, PELA GESTÃO EM BUSCA DA EXCELÊNCIA

JANSEN DOS LEIROS

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Missão corporativa


Para os gestores que pensam e têm como objetivo o sucesso empresarial, parece-nos de vital importância a construção de um projeto, visando a harmonia do corpo de colaboradores em busca de uma coesão corporativa.
Para a elaboração de um trabalho desse naipe, o gestor, deve esboçar seu projeto de forma a adequar o perfil de cada funcionário à consecução dos objetivos finais..
Esse procedimento, na medida em que se deparar com alguns óbces, os quais podem surgir em decorrência de causas não previstas, poderá levar o gestor a tomar certas medidas não programadas e que venham obstacular o andamento do projeto em curso, principalmente porque podem afetar o corpo de colaboradores, não afinado com o pensamento corporativo
A missão corporativa, assim, está relacionada com o direcionamento da empresa, em face de seus funcionarios ou colaboradores, cujos esforços devem estar voltados para o sucesso empresarial.
Qual é o nosso negócio? Quem é o cliente? O que tem valor para o cliente? O que se pretende proporcionar de beneficios aos nossos clientes ?
A Missão corporativa deve responder a essas perguntas, aparentemente simples, mas que fazem a diferença nas gestões, na medida em que elas são construídas a partir de um ambiente conscientemente trabalhado em razão dos objetivos do projeto. Exemplo : A Missão da Perdigão é: "atender consumidores e clientes com soluções diferenciadas".
Vejam só! Questiona-se, nessa matéria, o que pode gerar satisfação entre colaboradores e gestores de determinado segmento? A experiência dos que comandam as empresas bem sucedidas, nos permite afirmar que é a formulação da missão projetada por meio de uma declaração, breve e concisa, pode gerar um senso de propósito comum, envolvendo toda a organização, alicerçando a coesão dos esforços e proporcionando directrizes nas quais se enbasarão as decisões tomadas, não só no que pertine à condução do trabalho efetivo, mas, também, quanto à priorização de recursos a serem alocados no futuro.
No entanto, declarações mal contruídas, especialmente aquelas que não oferecem nada além de palavras vazias, sem sontexto, podem causar mais mal do que despertando a ironia de funcionários, de gerentes e até de clientes.
O impulsos bem alicerçados na vontade firme e verdadeira, promovem projetos mais bem estruturados e de alcance a longo prazo. Eles tem a força de projetar missões bem elaboradas, de longo alcance, de horizontes mais amplos. Missões que buscam atender às necessidades da clientela, da sociedade como um todo e, especialmente do gestor e dos funcionários tem sempre, como força emuladora a parceria corporativa.
Então, para se traçar uma Missão Corporativa, há de serem fixadas algumas vigas mestras, tais como: 1) A vontade estratégica, ou a projeção de onde a empresa estará num futuro próximo; 2) Estabelecer os valores éticos da empresa e fixar os parâmetros morais para guiar as operações; 3) Trabalhar metas e estabelecer, consciencialmente, a diferenciação entre aquela empresa e as demais concorrentes. 4) Repassar de forma convincente aos funcionários o perfil da organização, o porquê de sua existência. 5) Identificar os clientes-alvo que a empresa necessita atender, bem assim as necessidades desses clientes. 6) Posicionar os funcionários quanto ao conceito da empresa no mercado; 7) Fazer com que os funcionários sintam-se coesos com o bloco gestor.


Jansen dos Leiros

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Planejamento estratégico e interação

As empresas modernas estão-se alinhando num processo relativamente cauteloso, porém contínuo, no sentido de buscar melhores conhecimentos sobre as técnicas de planejamento estratégico.
A razão principal dessa busca diz respeito à necessidade de cada empresa de adequar-se, no campo competitivo, para o enfrentamento na disputa dos mercados.
Stricto sensu, planejamento estratégico é um processo ou um mecanismo gerencial, com caráter sistemático, que diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas do segmento a que pertence a emprersa, bem assim a evolução esperada.
E, ajustando-se a essa linha de pensamento, cada gestor carece de proceder a dignósticos no corpo de sua empresa, definindo os perfis de quantos a compõem, isto é, dos colaboradores existente. Traçar os perfis adequados à execução da estratégia. Cotejar os existentes em razão dos necessários e, efetivado esse trabalho de seleção, capacitação, qualificação (com ou sem, necessariamente, habilitação) e, definidos os objetivos da estratégia escolhida, partir para a execução de seu PLANEJAMENTO.
Em outras oportunidades, falando sobre esse mesmo tema, já dissemos que, no decorrer deste processo, é realizada uma análise sistemática dos pontos fortes e fracos da empresa, e das oportunidades do meio ambiente com o intuito de estabelecer os objectivos, as estratégias, assim como ações que possibilitem um aumento da competitividade. Nesse momento do início da execução, há de se pensar, de maneira muito técnica, no mecanismo da interação dos colaboradores, dos setores que compõem a empresa, sob pena de todo o planejamento traçado, colocado na prancheta, não alcançar os fins desejados.
É que a interação impõe o ajuste dos valores pessoais, pois implica em relação humana, na compreensão, no desejo de ajudar, de acertar, de trabalhar em conjunto. Tudo em razão de uma bandeira erguida em favor da empresa. É o vestir da camisa, formando uma unidade, conjunturalmentre coesa.
Uma gestão bem orientada, há de considerar premissas básicas que devem ser respeitadas, a fim de que todo o processo tenha sustentação e mecanismos de coerência palpáveis.
Cabe ao gestor, dirigente do procedimento estratégico, fixar o elenco das orientações definidas para que sua empresa possa modificar, melhorar ou fortalecer a sua posição face à concorrência.
O gestor há de estar consciente de suas ferramentas de apoio à gestão da qual é o timoneiro, visando o desenvolvimento futuro de seu empreendimento, especificando a forma, a maneira e o tempo necessário à sua execução.
Para tanto, o gestor deve tornar realidade alguns pressupostos impressindíveis ao seu comando, tais sejam:
· Que todos estejam envolvidos e que possuam uma visão global do planejamento estratégico.
· Que todos devam estar motivados e que entendam seu papel no planejamento estratégico.
· Que todos devam entender os conceitos contemplados no planejamento estratégico.
Assim, todo aquele que deseja ou sonha modernizar sua gestão, há de mergulhar fundo no estudo desses mecanismos que se estruturam em estratégias programáticas, tendo como objewtivo principal o alcance da excelência da gestão.

Jansen dos Leiros

quarta-feira, 8 de julho de 2009

PROCESSO GERENCIAL MODERNO


Convencionou-se chamar de processo gerencial moderno, aquilo que, de fato, é um mecanismo de planejamento estratégico, contínuo e sistemático, objetivando estabelecer uma seleção de ações programáticas, para as quais deve-se fixar uma planilha de execução, adequando as condições internas e externas da empresa ou órgão gerido, com vistas à excelência perseguida.
Existem elementos pontuais que devem ser previamente demarcados, estabelecidos e definidos, a fim de que se possa por na prancha de execução o processo gerencial escolhido pelo gestor ou gestores.
Para tanto, hão de ser levadas em conta as conjunturas do meio ambiental, bem assim uma análise acurada dos pontos fortes e fracos da empresa, visando sua adequação para o crescimento da competitividade.
É evidente que essas premissas estão embasadas em dois pontos importantes para o sucesso do planejamento: a coerência de sua estratégia e sua capacidade de sustentação. Além desses, outros pontos são fulcrais para o êxito do trabalho gestor: a flexibilidade para modificar os procedimentos, melhorá-los ou fortalecê-los, em razão dos objetivos estabelecidos.
Isto implica em dizer que o gestor ou sua equipe gestora deve estar sempre atento, ou atenta, a fim de que, se necessário, possa flexibilizar ou contemporizar, utilizando as ferramentas necessárias aos ajustes, ou adequações à execução do planejamento estratégico, com vista ao crescimento da empresa ou do órgão gerido.
Talvez estejamos teorizando, ou meramente, verbalizando teoria. Porém é certo que, para o sucesso da gestão que busca a excelência, é pontual que sejam cumpridos alguns pressupostos, tais sejam: a) visualizar e interiorizar uma visão global da estratégia programada; b) ter a motivação e o envolvimento imprescindíveis à tarefa pertinente à busca projetada; c) conscientizar os conceitos inseridos no planejamento estratégico e vivê-los; d) definir uma missão corporativa (aliás imprescindível ao sucesso desejado) e) por fim, corporativamente darem-se as mãos, ombro a ombro, lado a lado para ascenderem ao pódio da excelência. Anotem estes lembretes.

Jansen dos Leiros.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

ALTERAR PARA NÃO FENECER

No que pertine ao fluxo dos transportes urbanos, do ir e vir dos veículos pesados, em face da Lei n° 256/08, editada e promulgada, mesmo que esteja, ainda, sem regulamentação, alguns são os aspectos pelos quais devem ser vistos os problemas hoje vividos pela cidade do Natal,
Em primeiro plano, há de ser enfocada a necessidade de serem atendidos os reclamos das empresas comerciais e industriais desta capital, no que pertine à alimentação de seus estoques, à distribuição das mercadorias vendidas, o parqueamento dos veículos pesados, suas manobras em razão de sua tonelagem, enfim, em face aos transtornos inevitáveis causados pelo fluxo dessas viaturas, e da imprescindibilidade desses serviços à vida da cidade.
Não pode ser esquecido, também, que a cidade nasceu entre as dunas, o rio Potengi e o mar, condição que dificultou, de certo modo, seu traçado urbanístico e, principalmente o planejamento do fluxo urbano e o mapeamento de suas entradas e saídas.
Se olharmos com atenção, a entrada principal é a BR 101 que, entrando na cidade, segue através da Av. Salgado Filho, indo até à Ribeira, convertida numa via única, onde está nosso porto fluvial: O Porto de Natal! A grande vítima desses transtornos, está ali! Asfixiado por ruas estreitas, nas quais as viaturas pesadas não têm como manobrar e desincumbir-se de suas tarefas sem os constrangimentos advindos da inexistência de estrutura viária, capaz de atender às necessidades da natureza de um empreendimento portuário.
Existem, ainda, serviços de natureza diversa que exigem tipos diferenciados de serviços, tais como as empresas de limpa fossas, o transporte de gás para hospitais e congêneres, os transportes de cargas perecíveis, os transportes de cargas frágeis, o transporte de mudanças, etc.
A lei, ora em comento, foi projetada objetivando conciliar toda essa problemática, porém, à época de sua elaboração, a STTU (em administração anterior) não deve ter sido acionada para monitorar a adequação do projeto de lei à realidade da cidade do Natal, hoje com feições de Metrópole e aroma de menina moça, de brejeirice sedutora, ostentando o bulício das cidades grandes, cuja população se aproxima de um milhão de habitantes.
Agora, diante do impacto causado pelas evidências, quando a equipe da STTU, formada por técnicos responsáveis e sérios, demonstram os novos caminhos que necessitam ser palmilhados para a adequação do fluxo da capital deste Estado, faz-se necessário rever-se o contexto legal ora vigente, para, alterando-o convenientemente, adequá-lo à realidade desta capital, beneficiando às classes produtoras de forma abrangente e favorecendo seus habitantes com um modelo exeqüível de trânsito urbano.

Jansen dos Leiros