quinta-feira, 26 de maio de 2011




DE SERRA VALE MITO E PAIXÃO
(BALADA)

Chama Camelot, Guenevere, o altiplano da serra
pois ali druidas celtas construíram
teu edênico castelo para cumprir a penitência
e esquecer a violência da condenação
pelo amor a Lancelot, o primeiro cavaleiro.
Nas torres sonhas contemplando o vale,
protegido pelas faldas escarpadas,
o verde que se perde quando ao vir da noite
as mansas ruças chegam para adormecê-lo
até que tempo e vento devolvam o céu escampo.
Afoga as dores no silêncio, Guenevere.

Volta ao lago e no frescor das romãzeiras aguarda.
Não tarda Lancelot virá conduzido pelos cisnes
para recolher contigo as pétalas
das flores brancas flutuando nas correntes.


Ciro José Tavares

terça-feira, 24 de maio de 2011


TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

"O APOCALIPSE

de São João é um Livro da Biblia

O Livro sagrado do cristianismo.

O último da seleção do Cânon.



" Questionando sobre a Transição Planetária

que referida foi, desde milênios

Agora, ratifica o Philomeno*

Instala-se como programado.

E as mudanças seguem projetadas,

No tempo certo, em momento exato.

O homem expectante e impactado,

Vê vaticínios que se realizam.


Cada fenômeno transforma-se em mil eventos

que eclodidos, destroem a humanidade
para reinício de uma nova era

que se instala numa Nova Idade.


E a promessa do CRISTO é iminente

dela depende essa Transição

Embasando cada coração

na futura Terra prometida.


"João escreveu o que ele viu (1.11.19) que era basicamente

uma peça vivida emocionalmente. Para entendê-la

precisamos visualizar as cenas em nossa imaginação."


*Manoel Philomeno de Mirnda

em Transição Planetária, psicografado por

DIVALDO PEREIRA FRANCO


segunda-feira, 23 de maio de 2011

MEU GALO BRANCO
È! O meu galo seresteiro,
foi cantar no galinheiro,
da vizinha da esquerda.
Ele é branco,...
todo branco!
encanta pela presença,
seu "cacarejo" é sentença
e jamais pede licença
p'ra mandar em seu chiqueiro.

Galo branco, altaneiro,
com seu pescoço de sola
e sem precisar de viola,
encanta seu galinheiro.

É reprodutor famoso
se intitula gostoso
p'ras galinhas que corteja

e recebe de bandeja
em número que não contei.
Comida balanceada,
em grãos ou bem farelada.

Eu só sei qu'ele comanda,
No fino da cortesia,
oferecendo abadias
para nas torres cantar,

cantar mais alto que os sinos
cantadas que descortino
terminam no verbo AMAR.

Jansen Leiros

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Gratidão Materna


Bonito é seu poema,
em forma de soneto
no qual você formula,
a sua gratidão.

Do filho à sua mãe;
liberta da dor do mundo,
singrando naus,
no oceano onírico,
nas asas do amor.
ao horizonte lírico,
tocando-lhe a mão,
macia e bela,
a beijar-lhe ternamente
noutra dimensão.


Jansen Leiros






AGRADECENDO

(Psicografado)

TIRANDO, SIM, MEU JESUS,
DO MADEIRO INFAMANTE,
EU VOU LEVANDO ADIANTE.
SUA LUZ BRANCA DE AMOR.
P’RA FORMATAR, LÁ NOS CÉUS,
IMENSA CONSTELAÇÃO,
GERATRIZ DO CORAÇÃO,
QUAIS ESTRELAS RELUZENTES,
COMO HORIZONTES PENDENTES,
NAS FIMBRIAS DO CORAÇÃO.
NESSE OLIMPO DE BONDADE,
NA DIVINA CLARIDADE,
DE JESUS ECLODE A LUZ,
NESSE POEMA DIVINO,
NAS BADALADAS DO SINOS
AGRADEÇO AO MEU SENHOR,
AS HOMENAGENS OUTORGADAS
A ESSA PEQUENA ENTIDADE
QUE A JESUS TANTO AMOU.
NESSE POEMA, SEU LUME,
TRAZ DOS JASMINS, SEU PERFUME
COMO UM BUQUET DE AMOR.

Deus abençoe a todos desta casa.

Auta de Souza












É MUITO GRATIFICANTE
RECEBER ANJO DE LUZ,
COM POEMA E JASMINS
RESPLANDECENTES COMO
O AMOR QUE ELA CONDUZ.

HERCULANO.












segunda-feira, 9 de maio de 2011





Jansen Leiros - O Literato

Suas Obras



Este ensaio de Jansen Leiros é sua estreia como escritor. Escritor ainda imaturo, porém, sob boa influência dos amigos espirituais. Nesse trabalho Jansen já demonstra que identificara o norte da vida. Ao concluir a orelha desse livro Paulo Lopo Saraiva externou: “O livro de Jansen Leiros terá a maior receptividade não só nos meios literários, mas sobretudo na convivência daqueles que buscam mensagens de fé para sacralizar a vida. A reflexão, sem dúvida, influirá na mudança das pessoas e só pela modificação pessoal chegar-se-á à mutação coletiva. Em “FRAGMENTOS DE REFLEXÕES”, Jansen Leiros confirma todos os seus atributos pessoais: exímio escritor; profundidade no conhecimento das máximas espiritualistas;”
Nossos agradecimentos ao ilustre prefaciador desse trabalho.


Os “contos do entardecer”, De Jansen Leiros, associam uma visão espiritualista a uma preocupação ética, que os tornam verdadeiros ensinamentos existenciais. Ressalto a limpidez da frase, a simplicidade do estilo, o despojamento da forma, em proveito, talvez, da densidade da mensagem transmitida. São qualidades valiosas em obra que se propõe a influir no comportamento do leitor. Assim se expressou Valério Mesquita ao tecer considerações sobre esse livro, concluindo a leitura é amena e rica de reflexões que mais poder-se-ia exigir de um livro? A beleza talvez, pois o livro de Jansen, a beleza é toda espiritual.Meus agradecimentos ao confrade Valério Mesquita


O conto tem tido em nossos dias um lugar de destaque entre as modalidades de expressão literária. Acentuado pelos novos espaços fotomontados ou puramente estilísticos, não podemos deixar de ressaltar a grande contribuição de Guimarães Rosa com sua Saga/rana de novas palavras ricas de conteúdo, ou de um Dalton Trevisan que tanto marcou a minha geração com um estilo próprio, incisivo e renovador. Registre-se um Samuel Rawet e tantos outros mais que têm procurado na valorização do cotidiano uma linguagem nova perpassada pelo frêmito da vida.


Não há pretensões propriamente literárias, em sua obra – já o dissemos- não obstante o artesanato formal, o ritmo de suas frases, a correção da linguagem empregada. Méritos seus, únicos- a “copidescagem” que nos atribui, resta como coisa irrisória, mínima. O excepcional relevo, o singularismo deste escritor não estreante é o testemunho de sua fé. E triste do homem que, por covardia, por comodismo, ou por interesses espúrios abdica de suas ideias. Como triste, também, daquele que não atinge a coragem de rever sua posições diante da vida: o que, constatando-se radical, dogmático, maniqueísta, não saiba se impor num novo rumo. Assim se expressou a escritora Edna Duarte, a quem agradeço de coração.


A ficção de Jansen Leiros tem a verdade que caracteriza os romances que nascem a partir de personagens reais, mergulhados na realidade nordestina.
Jansen vai costurando a verdade da saga de Romão com as verdades de sua ficção autêntica, completando as cores e os tons de uma aventura provinciana, mas universal. Mas a universalidade de seu romance burla, os limites naturais e geográficos rompendo as barreiras da província
Que Romão possa continuar a sua saga. Agoranos olhos e na emoção dos leitores de Jansen Leiros. Que é um Romão na saga de cantar a sua terra com o mesmo espírito elevado de sempre. Tão alto e tão Macaíba como os maicaibenses de sua infância. Vicente Cereja.



Belíssimo romance espiritualista de JANSEN LEIROS, que nos narra a história de duas almas gêmeas e o “karma” que rege evoluções.
O romance de leitura agradabilíssima, desenvolve –se através de vários contos (romanceados) ao longo dos séculos, envolvendo trechos das histórias da Península Ibérica e do Brasil, sob um prisma espiritualista, o que torna o livro muito interessante, também, sob esse aspecto.
Jansen, que conheço há trinta anos , é um filósofo, muito mais que escritor—e não escreve por escrever— pois deseja transmitir a seus leitores sua mensagem de bondade, de fé em Deus e esperança na evolução do mundo,através da purificação dos espíritos nas diversas passagens terrenas. Adágio . . .Inesquecível. Principe Dom Eudes.




Em Sonata do Alvorecer de Aquárius, as lições de vida são magistrais. Prefaciando o livro, o professor Jorge Andréa diz que “Toda a construção das idéias reflete impulsionamentos para o conhecimento e educação espiritual. Com sua robusta intelectualidade, Jansen Leiros causa encanto como manipula as palavras e frases: isto dá certa originalidade ao assunto em pauto pela exposição da forma “Sobre o mesmo trabalho, diz o Professor Reynaldo Leite: “Sonata do Alvorecer de Aquárius é obra para ler-se estudando, pois que nas estrelinhas é que no nobre Autor muito leciona”.Rinaldo Leite.





Daphne, é um livro que foge aos mecanismos dos demais psicografados por jansen Leiros. Enquanto os antecedentes são fruto de prévia inspiração, com psicografia que se seguia com fluência este teve seu despertar através de uma conferência, onde a escritora psicografa Marilusa Vasconcelos pictografou uma foto de Daphne onde estava escrito: “Jansen, conte minhas estórias” , depois desse fato a própria Daphne ditou quatro de suas encarnações cujos motivos causais desse seu último desencarne estavam inseridos no contexto dessas estórias narradas no estilo de romance, cuja primeira edição foi esgotada em 2 meses.


A tese defendida é o grande anelo do contexto deste livro. “Garimpando a luz”, também, um agradecimento pessoal a três grandes amigos, os quais sempre me culminaram cm apoio incondicional, com injeção de ânimo nos instantes de insegurança, com puxões de orelhas nos momentos críticos de minhas inferioridades, e com muito amor ao longo dos milênios: Auta de Souza, cujos dotes espirituais me enternecem, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão, a quem respeito e admiro, e de quem sou eterno liderado e aquele a quem outorgam a responsabilidade de me orientar nesta existência, alma pura e paciente, sereno e doce, envolvente e sincero, a quem, carinhosamente, chamo de Herculano. Assim, este livro é de vocês. Façam dele bom uso.


Foi com imensa alegria que recebi o convite do amigo JANSEN LEIROS para prefaciar seu mais novo livro “Aleluia do Homem Novo”.
A leitura do livro me encantou. É uma obra de ficção pontuada de sensibilidade. A mente humana é povoada por uma fauna exuberante de crenças, opiniões e sentimentos. Conhecemos ais sobre o mundo físico que nos cerca do que sobre nós mesmos. Você, leitor, irá perceber isso lendo o livro.

O trabalho de Jansen é de tamanha espiritualidade que, se receio de erras, admito que seu grau de aprimoramento do assunto expande-se como o universo e o astro que o ilumina é nascente apenas nas cores de sua tela, pois próximo está de alcançar o zênite. No diálogo fraterno, por exemplo, estabelece a similitude com a passagem bíblica, no livro do Êxodo. O Noé divino “eu sou aquele que é”, segundo a revelação do Pai do Tempo a Moisés, líder dos israelitas, é absorvido integralmente por Plathus que confirma ser Deus a “inteligência suprema, essência da vida e causa primária de todas as coisas”. E a conclusão é alcançada sem recorrer às habituais e envelhecidas práxis teológicas, muitas vezes nebulosas, plantando mais dúvidas ao contrário de esclarecer.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

AFUNILAMENTO
E A REGENERAÇÃO


Eis a tônica da hora
Hora do afunilamento,
Fugindo ao discernimento
Eis! são quase tsunamis
Jogados sim, sem tatame,
Na luta que já perdeu,
O homem assim se pergunta
Como tudo aconteceu?
É que perdeu a memória
De mil milênios atrás
Infringindo a natureza,
Agindo qual Satanás,
Pra quem não existiam regras
Jogando tudo p’ra trás.
O homem não entendia
A lei de causa e efeito
Pois não sabia, sequer
Como agia e de que jeito.

Hoje, que o tempo passou
E a natureza reage!
O homem já se entregou
E já perdeu a coragem
Dizendo: ele ganhou!
O Universo tem vantagens
Pois a tudo ele domina
Tem o poder e fascina
Para toda a Eternidade.

Agora, vem outro ciclo,
Para a regeneração.
P’ros que ficarem na Terra
Revivendo as moneras,
Girando noutras esferas,
Pontuando outros padrões.
Respeitando a natureza
Cultuando a beleza
Respirando outros olores,
Trabalhando com as cores
Em nova harmonização.

Viva o DEUS deste Universo
Poema de Verso e anverso
Luz de infinito Fulgor!
Ciclo de Paz e Amor!
Momento de Alegria!
Num mundo sem fantasias,
Onde reina Cor e Luz
Da fonte pura: JESUS
Nosso AVATAR SALVADOR!

Herculano