terça-feira, 18 de agosto de 2009

Missão corporativa


Para os gestores que pensam e têm como objetivo o sucesso empresarial, parece-nos de vital importância a construção de um projeto, visando a harmonia do corpo de colaboradores em busca de uma coesão corporativa.
Para a elaboração de um trabalho desse naipe, o gestor, deve esboçar seu projeto de forma a adequar o perfil de cada funcionário à consecução dos objetivos finais..
Esse procedimento, na medida em que se deparar com alguns óbces, os quais podem surgir em decorrência de causas não previstas, poderá levar o gestor a tomar certas medidas não programadas e que venham obstacular o andamento do projeto em curso, principalmente porque podem afetar o corpo de colaboradores, não afinado com o pensamento corporativo
A missão corporativa, assim, está relacionada com o direcionamento da empresa, em face de seus funcionarios ou colaboradores, cujos esforços devem estar voltados para o sucesso empresarial.
Qual é o nosso negócio? Quem é o cliente? O que tem valor para o cliente? O que se pretende proporcionar de beneficios aos nossos clientes ?
A Missão corporativa deve responder a essas perguntas, aparentemente simples, mas que fazem a diferença nas gestões, na medida em que elas são construídas a partir de um ambiente conscientemente trabalhado em razão dos objetivos do projeto. Exemplo : A Missão da Perdigão é: "atender consumidores e clientes com soluções diferenciadas".
Vejam só! Questiona-se, nessa matéria, o que pode gerar satisfação entre colaboradores e gestores de determinado segmento? A experiência dos que comandam as empresas bem sucedidas, nos permite afirmar que é a formulação da missão projetada por meio de uma declaração, breve e concisa, pode gerar um senso de propósito comum, envolvendo toda a organização, alicerçando a coesão dos esforços e proporcionando directrizes nas quais se enbasarão as decisões tomadas, não só no que pertine à condução do trabalho efetivo, mas, também, quanto à priorização de recursos a serem alocados no futuro.
No entanto, declarações mal contruídas, especialmente aquelas que não oferecem nada além de palavras vazias, sem sontexto, podem causar mais mal do que despertando a ironia de funcionários, de gerentes e até de clientes.
O impulsos bem alicerçados na vontade firme e verdadeira, promovem projetos mais bem estruturados e de alcance a longo prazo. Eles tem a força de projetar missões bem elaboradas, de longo alcance, de horizontes mais amplos. Missões que buscam atender às necessidades da clientela, da sociedade como um todo e, especialmente do gestor e dos funcionários tem sempre, como força emuladora a parceria corporativa.
Então, para se traçar uma Missão Corporativa, há de serem fixadas algumas vigas mestras, tais como: 1) A vontade estratégica, ou a projeção de onde a empresa estará num futuro próximo; 2) Estabelecer os valores éticos da empresa e fixar os parâmetros morais para guiar as operações; 3) Trabalhar metas e estabelecer, consciencialmente, a diferenciação entre aquela empresa e as demais concorrentes. 4) Repassar de forma convincente aos funcionários o perfil da organização, o porquê de sua existência. 5) Identificar os clientes-alvo que a empresa necessita atender, bem assim as necessidades desses clientes. 6) Posicionar os funcionários quanto ao conceito da empresa no mercado; 7) Fazer com que os funcionários sintam-se coesos com o bloco gestor.


Jansen dos Leiros

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Planejamento estratégico e interação

As empresas modernas estão-se alinhando num processo relativamente cauteloso, porém contínuo, no sentido de buscar melhores conhecimentos sobre as técnicas de planejamento estratégico.
A razão principal dessa busca diz respeito à necessidade de cada empresa de adequar-se, no campo competitivo, para o enfrentamento na disputa dos mercados.
Stricto sensu, planejamento estratégico é um processo ou um mecanismo gerencial, com caráter sistemático, que diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas do segmento a que pertence a emprersa, bem assim a evolução esperada.
E, ajustando-se a essa linha de pensamento, cada gestor carece de proceder a dignósticos no corpo de sua empresa, definindo os perfis de quantos a compõem, isto é, dos colaboradores existente. Traçar os perfis adequados à execução da estratégia. Cotejar os existentes em razão dos necessários e, efetivado esse trabalho de seleção, capacitação, qualificação (com ou sem, necessariamente, habilitação) e, definidos os objetivos da estratégia escolhida, partir para a execução de seu PLANEJAMENTO.
Em outras oportunidades, falando sobre esse mesmo tema, já dissemos que, no decorrer deste processo, é realizada uma análise sistemática dos pontos fortes e fracos da empresa, e das oportunidades do meio ambiente com o intuito de estabelecer os objectivos, as estratégias, assim como ações que possibilitem um aumento da competitividade. Nesse momento do início da execução, há de se pensar, de maneira muito técnica, no mecanismo da interação dos colaboradores, dos setores que compõem a empresa, sob pena de todo o planejamento traçado, colocado na prancheta, não alcançar os fins desejados.
É que a interação impõe o ajuste dos valores pessoais, pois implica em relação humana, na compreensão, no desejo de ajudar, de acertar, de trabalhar em conjunto. Tudo em razão de uma bandeira erguida em favor da empresa. É o vestir da camisa, formando uma unidade, conjunturalmentre coesa.
Uma gestão bem orientada, há de considerar premissas básicas que devem ser respeitadas, a fim de que todo o processo tenha sustentação e mecanismos de coerência palpáveis.
Cabe ao gestor, dirigente do procedimento estratégico, fixar o elenco das orientações definidas para que sua empresa possa modificar, melhorar ou fortalecer a sua posição face à concorrência.
O gestor há de estar consciente de suas ferramentas de apoio à gestão da qual é o timoneiro, visando o desenvolvimento futuro de seu empreendimento, especificando a forma, a maneira e o tempo necessário à sua execução.
Para tanto, o gestor deve tornar realidade alguns pressupostos impressindíveis ao seu comando, tais sejam:
· Que todos estejam envolvidos e que possuam uma visão global do planejamento estratégico.
· Que todos devam estar motivados e que entendam seu papel no planejamento estratégico.
· Que todos devam entender os conceitos contemplados no planejamento estratégico.
Assim, todo aquele que deseja ou sonha modernizar sua gestão, há de mergulhar fundo no estudo desses mecanismos que se estruturam em estratégias programáticas, tendo como objewtivo principal o alcance da excelência da gestão.

Jansen dos Leiros

quarta-feira, 8 de julho de 2009

PROCESSO GERENCIAL MODERNO


Convencionou-se chamar de processo gerencial moderno, aquilo que, de fato, é um mecanismo de planejamento estratégico, contínuo e sistemático, objetivando estabelecer uma seleção de ações programáticas, para as quais deve-se fixar uma planilha de execução, adequando as condições internas e externas da empresa ou órgão gerido, com vistas à excelência perseguida.
Existem elementos pontuais que devem ser previamente demarcados, estabelecidos e definidos, a fim de que se possa por na prancha de execução o processo gerencial escolhido pelo gestor ou gestores.
Para tanto, hão de ser levadas em conta as conjunturas do meio ambiental, bem assim uma análise acurada dos pontos fortes e fracos da empresa, visando sua adequação para o crescimento da competitividade.
É evidente que essas premissas estão embasadas em dois pontos importantes para o sucesso do planejamento: a coerência de sua estratégia e sua capacidade de sustentação. Além desses, outros pontos são fulcrais para o êxito do trabalho gestor: a flexibilidade para modificar os procedimentos, melhorá-los ou fortalecê-los, em razão dos objetivos estabelecidos.
Isto implica em dizer que o gestor ou sua equipe gestora deve estar sempre atento, ou atenta, a fim de que, se necessário, possa flexibilizar ou contemporizar, utilizando as ferramentas necessárias aos ajustes, ou adequações à execução do planejamento estratégico, com vista ao crescimento da empresa ou do órgão gerido.
Talvez estejamos teorizando, ou meramente, verbalizando teoria. Porém é certo que, para o sucesso da gestão que busca a excelência, é pontual que sejam cumpridos alguns pressupostos, tais sejam: a) visualizar e interiorizar uma visão global da estratégia programada; b) ter a motivação e o envolvimento imprescindíveis à tarefa pertinente à busca projetada; c) conscientizar os conceitos inseridos no planejamento estratégico e vivê-los; d) definir uma missão corporativa (aliás imprescindível ao sucesso desejado) e) por fim, corporativamente darem-se as mãos, ombro a ombro, lado a lado para ascenderem ao pódio da excelência. Anotem estes lembretes.

Jansen dos Leiros.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

ALTERAR PARA NÃO FENECER

No que pertine ao fluxo dos transportes urbanos, do ir e vir dos veículos pesados, em face da Lei n° 256/08, editada e promulgada, mesmo que esteja, ainda, sem regulamentação, alguns são os aspectos pelos quais devem ser vistos os problemas hoje vividos pela cidade do Natal,
Em primeiro plano, há de ser enfocada a necessidade de serem atendidos os reclamos das empresas comerciais e industriais desta capital, no que pertine à alimentação de seus estoques, à distribuição das mercadorias vendidas, o parqueamento dos veículos pesados, suas manobras em razão de sua tonelagem, enfim, em face aos transtornos inevitáveis causados pelo fluxo dessas viaturas, e da imprescindibilidade desses serviços à vida da cidade.
Não pode ser esquecido, também, que a cidade nasceu entre as dunas, o rio Potengi e o mar, condição que dificultou, de certo modo, seu traçado urbanístico e, principalmente o planejamento do fluxo urbano e o mapeamento de suas entradas e saídas.
Se olharmos com atenção, a entrada principal é a BR 101 que, entrando na cidade, segue através da Av. Salgado Filho, indo até à Ribeira, convertida numa via única, onde está nosso porto fluvial: O Porto de Natal! A grande vítima desses transtornos, está ali! Asfixiado por ruas estreitas, nas quais as viaturas pesadas não têm como manobrar e desincumbir-se de suas tarefas sem os constrangimentos advindos da inexistência de estrutura viária, capaz de atender às necessidades da natureza de um empreendimento portuário.
Existem, ainda, serviços de natureza diversa que exigem tipos diferenciados de serviços, tais como as empresas de limpa fossas, o transporte de gás para hospitais e congêneres, os transportes de cargas perecíveis, os transportes de cargas frágeis, o transporte de mudanças, etc.
A lei, ora em comento, foi projetada objetivando conciliar toda essa problemática, porém, à época de sua elaboração, a STTU (em administração anterior) não deve ter sido acionada para monitorar a adequação do projeto de lei à realidade da cidade do Natal, hoje com feições de Metrópole e aroma de menina moça, de brejeirice sedutora, ostentando o bulício das cidades grandes, cuja população se aproxima de um milhão de habitantes.
Agora, diante do impacto causado pelas evidências, quando a equipe da STTU, formada por técnicos responsáveis e sérios, demonstram os novos caminhos que necessitam ser palmilhados para a adequação do fluxo da capital deste Estado, faz-se necessário rever-se o contexto legal ora vigente, para, alterando-o convenientemente, adequá-lo à realidade desta capital, beneficiando às classes produtoras de forma abrangente e favorecendo seus habitantes com um modelo exeqüível de trânsito urbano.

Jansen dos Leiros

quinta-feira, 18 de junho de 2009

VENDO ALÉM DAS APARÊNCIAS


Ernesto era um velho capataz de fazenda, que administrava uma gleba destinada à criação de gado, no município de Cerro-Corá, em terras do elefante nordestino.
O conheci faz tempo. Eu deveria ter perto de dezenove anos, quando a cada mês viajava até aquele lugar serrano, para ver Berenice, uma linda morena de olhos verdes, de brejeirice incomum. Era neta de Ernesto, através dela, o conheci.
Pois bem, Ernesto era um peão filósofo, vaquejador de estrelas,... prosador contumaz. Porém, se tinha a cabeça nos céus, o pensamento na ionosfera planetária, seus pés eram bem postos na terra barrenta dos sertões. Manipulava com maestria sua racionalidade, aparentemente rude pelas circunstâncias da vida, pela ambiência de seu entorno, mas equilibrada pela sabedoria com a qual mesclava suas ações.
Num final de semana enluarado, estava sentado na varanda da casa de Ernesto, acompanhado da meiga Berenice, quando, um vizinho de propriedade, alí chegou cumprimentando a todos e procurando pelo Dr. Bruno, o fazendeiro para quem Ernesto trabalhava. Ele, o vizinho, estava preocupado com a iminente passagem da rede elétrica naquela região, pois não entendia as razões daquele procedimento, tentando explicar suas dúvidas e receios. Ao final das colocações, Ernesto levantou-se e foi até a borda da varanda. Olhou o céu estrelado e, voltando-se, disse que o Dr. Bruno havia viajado para Recife, a fim de tratar, exatamente daquele assunto com a CHESF. Olhou por uns instantes para o visitante e aproveitou o ensejo para dizer: “Cumpade, ocê tá vendo aquelas estrela alí? Trepata lá no céu? Elas tão bem arriba de noi e, de lá, onde morram, enxergam tudo o que noi não consegue vê daqui, que a visão é curta. Pois bem! Esse Dotô Bruno é parente daquelas estrela! Ele vê as coisa muito longe. Muito depois do tempo! Fareja o futuro! Sua cabeça é cuma o Cabugi! Tá muito alta e vê o que nói num consegue vê. Ele foi falá com os homem da CHESF porque sabe das coisa boa que a rede vai trazer pra noi aqui. Dr. Bruno vê depois das esquina. Esse dotô Bruno sabe o que faz.”
Senhores! A administração desta FECOMERCIO consegue enxergar “além das esquinas” ou seja “fareja o futuro” no dizer do velho Ernesto. Na verdade, a FECOMERCIO vem mapeando sua gestão, executando seus projetos, pontuando positivamente.
Na sua aparente simplicidade, o Presidente da FECOMERCIO tem olhos de longo alcance. Teve a habilidade de juntar uma excelente equipe, sob a batuta primorosa da diretoria executiva desta casa que tem como princípio a busca pela excelência. Some-se a tais habilidades a atuação impar da assessoria de comunicação que dá suporte a essa engenhosa gestão, cujo poder de aglutinação deste segmento já se fez percebida no seio de nossa comunidade; desta cidade portal; a cidade do sol; esta cidade “do Natal” como dizia nosso inesquecível Câmara Cascudo. Pegando carona na filosofia de Esnesto, pode-se dizer que a Administração do Sistema Fecomercio - Sesc, Senac, posta-se no topo na filosofia da boa gestão, interagindo com o Ontem, o Hoje e o Amanhã.

Jansen dos Leiros

segunda-feira, 8 de junho de 2009

HÁ LIDERES... E LÍDERES!


Há uma expressão bastante usada nos meios das elites culturais: Há lideres e líderes!
De fato, as características da liderança, são múltiplas. São diversas. Diferenciáveis entre os qualificados como portadores dessa habilidade de comando. Há lideranças de todos os matizes, de todas as nuances, com energias diversificadas, cujas “impedâncias” não são de fácil percepção, porque diluídas no psiquismo dos liderados.
É que, na verdade, essas lideranças são distintamente manipuladas na conveniência dos condutores hierárquicos deste planeta, postados em dimensões não enxergadas pela visão comum aos seres humanos, mas potencializadas num objetivo possivelmente ascensional à excelência dos valores da divinização dos seres da criação.
Algumas são portadoras de irresistível carisma; são atraentes, possuem imãs postados na voz, na eloqüência, no olhar, na gestuália, na “misancene” cativante, que talvez nós possamos chamar de encantamentos mimetizados, sob mil facetas. Particularizando, diríamos que há lideres, cujo comando de suas energias voltou-se para o Bem e por tal razão permanecem na lembrança de seu povo e, em alguns casos, na memória das civilizações.
Outras lideranças, em ascese, portadoras de menor plenitude de poder e carisma, utilizam o processo da empatia com seus liderados ou simpatizantes, através de mecanismos sobremaneira hipnotizantes, mas sem a potencialidade dos mais “yangs”. Outras, ainda, agem através de disfarces, de engodos e seguem laborando por meio de processos sub-reptícios, construídos, às vezes, por trás das cortinas da vida, guardando, entretanto, nítidos sintomas de chantagens emocionais e de alcances subliminares, envolvendo suas vítimas nas teias, quase invisíveis, que vão fabricando, com metabolismo próprio, e deitando no entorno de suas vítimas, vampirizando-as psiquicamente.
Enfim, o universo das lideranças é cheio de galáxias, umas nebulosas, outras luminosas e atraentes, aliciantes, envolventes, em miríades de fagulhas energéticas de natureza alucinatória. Eis o quadro mural de proporções panorâmicas, sob o qual se nos apresenta o tema proposto.
Sem querer confrontar com as teses filosóficas, no que pertine aos segmentos do pensamento; bem assim sem querer conflitar com a etimologia fascinante das semânticas, das metáforas, dos instantes poéticos em forma de prosa, citemos, tão somente como ilustração, que muitas foram as regiões do planeta que se destacaram como berços de valiosos, incomparáveis e incontestáveis líderes, principalmente no campo do saber e da religiosidade. Outros, no campo do mal e da crueldade, com o apoio de inteligências que, de certa forma, ampliaram o poder das trevas e o domínio do pavor, como foram, a seu tempo, Átila – Rei dos Hunos, Genghis Khan e Adolf Hitler e, no segmento da religiosidade, poderíamos até, citar os terríveis líderes inquisitoriais, os quais preferimos omiti-los, tal o peso das negatividades dos sofrimentos e dos males infligidos aos seres por eles vitimados.
Sintetizando esta abordagem, podemos elencar: a Índia, a China, o Tibete, a Grécia, a Mesopotâmia, a Judéia, a Mongólia, a França, a Alemanha, o Brasil e outros tantos países, como berço de alguns líderes, ligados às correntes do Bem e do Mal.
Como vêem, neste micro ensaio e face ao seu contexto, todos nós estamos vinculados às correntes energéticas de alguma liderança que nos alimenta os sonhos ou desejos mais recônditos, conduzindo-nos pela trajetória por ela programada, mal grado de nossos arbítrios, os quais nos circundam, tão somente na órbita da individualidade pura. Muito bem, sem desejar estabelecer julgamentos, nem aferir valores aos que foram e são portadores desses mecanismos de comando, mas tão somente apontar a existência da dicotomia entre as correntes do Bem e do Mal, chamados de lideranças, permito-me, numa sequência cronológica, mencionar os nomes daqueles que considero terem exercido lideranças, merecedoras do registro que a história já o fez. Nossa menção se inicia com o maior desses líderes que é Emmanuel J E S U S – o Cristo de DEUS, cuja doutrina do Amor Universal já se estendeu a quase toda Terra e cuja potencialidade cósmica tem sido responsável pela manutenção das correntes do Bem, em defesa da humanidade, pois que é o majestoso representante da hierarquia dos anjos celestiais neste planeta azul, componente do sistema solar – a Terra.
Retornando aos comentários sobre as grandes lideranças, façamos um bosquejo cronológico, recomeçando com Zaratustra, no século VII a.c, grande líder do pensamento que utilizou a poesia para construir um pensamento filosófico, sem contudo conceituá-lo como tal, mas que se encontra resplandecente no bojo de sua poesia.
Em seguida, um grande pensador, nascido no norte da Índia, príncipe Sidarta Gautama, o Buda (500 a.c) abandona sua família e a fortuna de que era possuidor, para peregrinar em busca de encontrar a verdade para o enigma da própria vida. Ele tornou-se o grande líder asiático, notabilizando-se por haver encontrado o caminho da Paz Interior, da harmonização do criado com o criador, embasando uma das religiões – o budismo - com o maior número de adeptos, neste mundo.
Também oriental, Lao Tsé é chinês, nascido em 500 a.c. Foi um grande pensador, poeta e homem iluminado. Há uma vasta literatura falando de seus pensamentos e de suas frases de profundos contextos filosóficos. Uma delas é “Se o desejo escraviza o pensamento, a verdade foge de imediato pela janela mais próxima”.
Outro chinês que se notabilizou pelo pensamento, foi Confúcio, nascido por volta de 500 a.c , portanto contemporâneo de Buda e Lao Tsé. De fato, não se pode falar da sabedoria chinesa, sem citar Confúcio. Há célebres discursos de sua autoria registrados no livro Lunyu. Foi um poeta filósofo que influenciou culturalmente o povo chinês, expandindo essa influência para todo o oriente. Sua frase mais famosa foi: “Todas as coisas possuem beleza, mas nem todos a vêem”. Na Grécia, também no mesmo período da antiguidade, nasceu Sócrates que tornou-se conhecido como o pai da Filosofia. Seus pensamentos eram de tal profundidade que não houve quem não o respeitasse como pensador. Sócrates tornou-se mestre de muitos pensadores de seu tempo e os orientou para os valores universais. Desempenhou alguns cargos políticos e foi sempre modelo irrepreensível de bom cidadão. Seque-se, na cronologia proposta, Alexandre Magno, o Grande, rei da Macedônia (336-323 a.C.), conquistador do Império Persa, foi um dos mais importantes militares do mundo antigo. Alexandre nasceu em Pela, antiga capital da Macedônia. Era filho de Felipe II, rei da Macedônia, e de Olímpia, princesa de Epiro. Era estudioso das ciências, da medicina e da filosofia. Foi rei da Macedônia, dando início à trajetória de um dos maiores conquistadores da História. Destacou-se pelo brilhantismo tático, pela rapidez e eficiência do expansionismo de suas conquistas.
A Alexandre, segue-se outro líder que marcou sua trajetória por suas qualidades aguerridas, Átila – rei dos hunos – (século V). Esse comandante que não conhecia o medo, por onde quer que passasse com seus exércitos, causava tremenda destruição que lhe ensejou o título de Flagelo de Deus.
Em seguida, citamos Gengis Khan, (século XII) o lobo das estepes mongólicas que, após submeter todas as tribos nômades de sua terra, desceu sobre o sul da Ásia como um rolo compressor, cruel e quase imbatível.
No século XVIII, temos Napoleão Bonaparte, personagem histórico que foi responsável pela consolidação da revolução Francesa, comandou muitas conquistas militares e constituiu o que se chamou de Império Napoleônico. Este personagem da história nasceu na Córsega, no ano 1769, mas, com dez anos de idade, foi para França para estudar em uma escola militar. Era um espírito forte e determinado. Fez-se general e depois chefe de governo. Foi um grande líder.
No século XX, um gênio da crueldade Adolf Hitler, foi ditador alemão. Nasceu em 1889, na Áustria. Durante a primeira guerra mundial, alistou-se no exército bávaro, tornou-se cabo e, por duas vezes ganhou a Cruz de Ferro, por bravura. Tempo depois, Hitler ligou-se ao Partido dos Trabalhadores Alemães que, mais tarde tornou-se o partiudo Nacional-Socialista (nazista). Ao longo do tempo, ele foi assimilando as idéias anti-semitas, que as foi insuflando através de seus acalorados discursos contra o acordo de Versalhes e contra o marxismo. Através de manobras políticas, tornou-se ditador da Alemanha. Decidiu exterminar os judeus, estabelecer a hegemonia dos arianos e dominar o mundo. Sua sede de expansão fez eclodir a segunda grande guerra mundial. Sem dúvidas, Hitler foi o flagelo do século XX
Sem demérito para os demais espíritos valiosos que assumiram lideranças incontestáveis, na superfície do globo, louvo, aqui, a memória de Mohandas Karamchand Gandhi – Mahatma, a grande alma indiana (que se constituiu um ícone da Paz no século XX) da qual foi inesquecível apóstolo. Gandhi, revestido de certo estoicismo ético, defendeu a tese da não violência e ergueu o espírito de seu povo contra a dominação da Inglaterra, sem confrontos e sem derramamento de sangue, mas utilizando o mecanismo da ação pacífica, sem reação, ou seja, sem demonstração opositiva, sintetizando, com seu exemplo e sua potencializada liderança, os poderes de Krishna, no âmbito da nação indiana. Hoje, fica bem evidente que, como João Batista foi o precursor de Jesus, Mahatma Gandhi foi o precursor de Sri Sathya “Sai Baba”.do qual falaremos adiante.
Também no século XX, no Brasil, apontamos um grande líder na figura histórica de Getúlio Vargas, que, ainda hoje, é lembrado pelo povo brasileiro.
Por fim, coroando os grandes seres vivos na superfície do planeta, elencamos o Líder Divino, na pessoa de Sri Sathya – SAI BABA. o Cristo vivo entre os indianos, louvado pelo oriente inteiro e com incontáveis simpatizantes espalhados pelo ocidente. O conteúdo de sua tese crística está contida em seus ensinamentos, tais como:. "O amor não age com interesses; o egoísmo é falta de amor. O amor vive de dar e perdoar e o egoísmo vive de tomar e esquecer” Sua vida é um xemplo de amor desinteressado. Ele costuma afirmar "minha vida é minha mensagem" Com relação às religiões, Sai Baba diz: "Deixem que existam diferentes religiões, deixem que floresçam, deixem que a glória Divina seja louvada em todos os idiomas do mundo. Respeitem as diferenças entre religiões e reconheçam-nas como válidas, sempre que estas diferenças não tratem de extinguir a chama da irmandade do homem e a paternidade de Deus."
Nós, que habitamos o planeta Terra, neste momento apocalíptico talvez que tenhamos de nos permitir essas perquirições históricas, quiçá filosóficas, para que nos disponhamos a nos transformar em candidatos à reforma inferior, com o objetivo único de evoluirmos em busca do DEUS que está em nós.


Jansen dos Leiros

quinta-feira, 7 de maio de 2009

NASCER, VIVER E CRESCER INFINITAMENTE


Ao longo da experiência terrena, nós nos deparamos com muitos momentos que nos impactam. De princípio, nos questionamos, tão logo chegamos à pré-adolescência: o que ou quem somos? Por que seguimos as regras ditadas pela vida? Por que temos de nos resguardar dos que nos cercam? Quais as causas motivam os acontecimentos, que os geram, que os fazem ocorrer desde os primórdios do Universo? Por que nos meios sociais não existe, quase nunca, o respeito ao semelhante, principalmente àqueles que já caminharam vida à fora? O que a vida nos reserva? Por que a incerteza do amanhã? Como devemos proceder para mantermo-nos em equilíbrio e harmonizados no seio dos que nos cercam? Feitos esses questionamentos, evidentemente, seguem-se outros em decorrência dos primeiros numa corrente quiçá interminável, que nos envolvem no caos da vida.
Em certo momento da caminhada, as percepções começam a nos socorrer e nós damos início ao processo cognitivo, natural, seqüente e que nos remete, guardadas as devidas limitações do estágio de cada ser, ao entendimento das coisas e à compreensão de porque existem ou acontecem.
Óbvio que nos deparamos, ainda cedo, com uma constatação: Somos diferentes uns dos outros, apesar de guardamos semelhanças. Guardamos os traços da espécie às vezes das raças, outras vezes nos chocamos com as mutações surgidas em decorrência das misturas dos diversos tipos existentes e em relacionamento, outras espontâneas, trabalhadas pelas cadeias cromossômicas, criando novo DNA. Mas, e as diferenças de temperamento, das reações do dia a dia, dos mais variados modos de ser, quando, muitas vezes se guarda um só “berço”, uma mesma descendência sanguínea, uma mesma educação familiar, doméstica, pautadas nos mesmos princípios. Todas essas constatações se constituem motivos de indagação e nos remetem à meditação e à análise dessas coisas, encarecendo respostas, nem sempre nos retornando com as explicações buscadas.
O DEUS que está em nós, sempre nos socorre, na medida de nossos estágios na vida cósmica. Ajusta-nos os impulsos, equilibra os fluxos internos, nos intui procedimentos cautelares pelas vias da automação; às vezes nos conduz por processos por nós desconhecidos na direção de conhecimentos novos, de novas relações; um campo novo com novas vibrações, revestidas, quase sempre, com elementos de natureza didática, direta ou indiretamente, mas sempre objetivando um aprendizado maior.
De fato, não somos marionetes! Mas, de alguma forma, seguimos essas intuições, ajustando-as à nossa racionalidade. Por outro lado, existe um componente oculto e que não trafega por nosso consciente objetivo, que são os projetos encarnatórios, precedentes à vida física construídos em planilhas traçadas em prole nosso crescimento espiritual e elaborado com basde na lei de causa e efeito, que nos libera o agir, através do arbítrio, mas nos condiciona a passar pelo retorno dos resultados magnéticos ou energéticos dessas ações, cujas cobranças são procedimentos espontâneos da própria lei do retorno vibratório, que estão vinculadas ao peso da intencionalidade ou da culpabilidade do agir, impulsiva, imprevidente ou intencionalmente perpetrada.
Dito isso, enfeixemos esta mensagem com a assertiva de que o HOMEM há de conhecer-se e, em se conhecendo, há de se conscientizar da necessidade das múltiplas adequações à realidade cósmica, ou, se quiser,às leis universais, em busca de DEUS, em si mesmo. Assim, quando as vibrações desse DEUS eclodirem em nós, passaremos a ser uníssonos com ELE, mesmo que a distância que nos separa da anjelitude, nos leve ao infinito da eternidade.
Vespasiano, através de Jansen dos Leiros